O livro não muda o mundo.Quem muda o mundo são as pessoas.O livro apenas muda as pessoas.
Romance policial
Três Minutos Para Morrer
Para vingar a morte do irmão, Mar Love sai em busca dos responsáveis, que descobre serem traficantes de armas. Todavia, percebe que, além da venda de armamentos, o objetivo dos bandidos era uma nova ordem mundial. Mar Love decide que seus líderes precisam ser eliminados. Narrativa intensa, com suspense continuado e final surpreendente, que impede o leitor de interromper a leitura. Três Minutos Para Morrer estabelece um novo conceito na literatura policial. Primeira edição em 2020; segunda em 2024. Acompanha, em separado, ensaio literário escrito pelo Prof. Dr. José Édil de Lima Alves. O ensaio está publicado neste site no setor Textos, Vozes e Imagens.
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Ensaio literário
3 minutos para morrer
A narrativa de massa, o romance policial noir e as perspectivas para outros rumos. Por José Édil de Lima Alves. Anexo ao romance de José Carlos Rolhano Laitano.
Pai sem filho, marido sem mulher: este é Yossef. Numa vila com poucas dezenas de pessoas, todas pobres e analfabetas, ele viu-se obrigado, quem sabe predestinado, a viver o drama que não pediu, num tempo que não desejava fosse seu, em meio a uma guerra entre zelotas e romanos que não lhe interessava e azucrinado por uma jovem grega andarilha que lhe propunha indagações às quais não queria responder, obrigando-o a considerar sua própria existência, na qual não desejava pensar. Ficção pura, história humana maravilhosa, sem qualquer conotação religiosa. Primeira edição em 2016; segunda em 2021.
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Romance
Bianca di Morano
Este romance é história de emigrantes, mas também romance sobre a luta pela sobrevivência. Na verdade, uma grande viagem: de pessoas, de amor, de ideias. Numa perspectiva quase não abordada pela literatura, ao menos pela americana: o retirante ainda em sua própria terra — a saga dos emigrantes. 1992.
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Romance
A Cor Verde do Arco-Íris
Romance da imigração italiana nas cercanias de Porto Alegre. Continuação de Bianca di Morano. Narra a vida de dois homens que, empurrados pela fome, demandam um novo mundo para ali renascer e se realizar. 2005.
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Poesia bilíngue — português e italiano
Poemas de amor e sombra Poesie d’amore e d’ombra
Acolhe e abraça tudo: amores e sombras, encontros e confrontos, visões e ideias, sons e cores, linguagens e vidas. Accoglie e abbraccia tutto: amori e ombre, incontri e scontri, visioni e idee, suoni e colori, lingue e vite. Com Franco Cipriani, José Carlos Laitano, Enrica Leo, Lorenzo Limoncelli, Viviane Juguero e Beatriz Rossato.
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Ensaio
Criação Literária Da ideia ao texto
Primeira e segunda edição. Como escrevem os grandes autores, da ideia ao texto. Tudo o que o escritor, noviço ou experiente, precisa saber, incluindo o pulo do gato. Vinte anos de reescrita até a publicação. Para quem vive ou deseja ingressar no mundo solitário e necessário do escrever, na danação que salva, como disse Clarice Lispector.
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Ensaio sociológico
Chico Mendes O mito, a mata, a morte
Chico Mendes — O mito, a mata, a morte é uma obra especial que apresenta a figura inteira de Chico Mendes por meio de diversos processos judiciais ocorridos no Acre e de entrevistas com os principais envolvidos em sua morte. Inclui as únicas entrevistas concedidas pelos assassinos, pelo apontado como mandante, pelo juiz que julgou o crime e por outras pessoas diretamente envolvidas no caso. É uma obra única e imprescindível.
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Contos
Adão, Eva e Outras Criaturas
Painel da vivência humana na sua grandeza e safadeza, no amor e desamor, no riso e na dor. E, para encerrar, uma crônica dolorida: Maria do Socorro. 2017.
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Crônicas
Paraíso Brasil
Com alguns dos textos publicados no prestigioso jornal O Informativo, de Lajeado, RS, durante dois anos — 800 palavras por dia: opinião, narrativa, crônica, realidade e ficção. Ao final, cartas ao neto contam o maravilhoso mundo que passou e como foi viver na segunda metade do século passado. 2017.
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Teatro
O Teatro de José Carlos Rolhano Laitano
Com os textos: Se, por acaso; O judeu errado e P da Cara. Fica o desafio. 2017.
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Romance
Jogo do passa-conto
O sequestro de um casal de uruguaios é o tema escolhido por Roberta, que logo descobre que ninguém escreve impunemente, dada a face oculta do sistema e a fragilidade da vida — da sua própria vida. 1995.
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Romance
Crônica da Paixão Inútil
Este é um texto que ninguém lê impunemente. Busca o equilíbrio entre as questões últimas das pessoas e as pressões sociais, colocando o leitor no centro de uma discussão cada dia mais viva: os caminhos alternativos para a felicidade. 1992.
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Ensaio
História da Academia Rio-Grandense de Letras e Parthenon Litterario
Baseado apenas em documentos, o ensaio demonstra que a Academia é continuação do Parthenon Litterario, criado em 1868, e que a história dessas duas instituições se confunde um pouco com a história intelectual do Rio Grande do Sul. Primeira edição em 2016; segunda em 2020; edição especial de 120 anos em 2021.
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Coleção de contos bilíngue
Cuentos de Ley
Coleção de contos em espanhol e português. Edição do Instituto de Letras da UFRGS. Organização do Prof. Dr. Ruben Daniel Castiglioni. José Carlos Laitano apresenta e participa. Vargas Llosa afirma que a ficção é um sucedâneo transitório da vida e que o regresso à realidade é sempre um empobrecimento brutal, porque constatamos que somos menos do que sonhamos ser. 2013.
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Conto infantil
O Crime da Letra Morta
Numa festa de lançamento de livro, letras aparecem mortas e todos procuram o assassino. 2015.
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Conto infantil
Capitão Uiacha e Outros 3 Super-heróis
Escrito em conjunto com o neto Carlo José Laitano, que criou a capa e as ilustrações e deu o tom fantástico para a história.
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Conto infantil
A Formiga e a Cigarra Cantatriz
A formiga é uma trabalhadora e a cigarra, nesta história, é uma artista. O que elas têm em comum? Ilustração por Francisco Aito Vitorino. 2020.
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Conto juvenil
Depois a Gente Vê
Quando a galera descobre que pode tomar o poder. 2021.
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Conto infantil
A Árvore Maior Que Tudo
Lembra quando era mais criança? Quando você imagina, a vida muda como se fosse cinema. Ilustração por Francisco Aito Vitorino. 2020.
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Ensaio sociológico
Essa Coisa Chamada Justiça
Ensaio sociológico baseado no julgamento dos assassinos de Chico Mendes. 2002.
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Contos
Minha Mulher Chamava-se Jarbas
Coleção de contos. Os avessos da classe média, suas frustrações e esperanças, um corte vertical na planície do nosso dia a dia. 1989.
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Contos
Tudo na Mais Perfeita Ordem
Coleção de contos. Tudo está na mais perfeita ordem quando o artista mostra seu trabalho, que se completa com a leitura do texto, a audição da música, a visão do quadro, da escultura ou da fotografia. José Carlos Laitano (org.), 2013.
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Contos
Contos do Desejo
Coleção de contos sobre o desejo, nas suas mais amplas possibilidades. José Carlos Laitano (org. e participante), 2012.
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Antologia de poesia
Nosside 2011
Antologia com os premiados no XXVII Premio Mondiale di Poesia, Provincia Reggio Calabria, Itália, com patrocínio da Unesco. José Carlos Laitano recebeu o prêmio Menção Particular.
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Contos
Contos do Abandono
Coleção de contos com diferentes perspectivas sobre o abandono em suas diversas facetas. O drama teatral, ainda discriminado enquanto texto descolado da encenação, aqui encontra espaço junto com as narrativas, um início de diálogo entre a dramaturgia e o conto. José Carlos Laitano (org. e participante).
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Contos
Inquietude
Coleção de contos. José Carlos Laitano (org.). Tema: a inquietude humana.
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Coletânea
Nós, os Calabreses
Textos sobre a identidade calabresa.
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Artigo
Quem diz sim, pode dizer não
José Carlos Laitano escreveu o artigo que consta no título a pedido da Editora Vozes. Examina a questão do denominado Direito Alternativo. 2002.
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Teatro
P da Cara
Teatro político (anos 60).
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Curta-metragem selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Punta del Este em 2020. Narra a história de um homem que perambula pelas ruas, longe de sua filha, porque o seu sonho morreu.
Cortometraggio selezionato al Punta del Este International Film Festival nel 2020. Racconta la storia di un uomo che vaga per le strade, lontano dalla figlia perché il suo sogno è morto.
A busca pela história real de Chico Mendes através de entrevistas exclusivas com os assassinos, mandante, facilitador e principais participantes das ações ocorridas no Acre.
Estudo sobre o encontro do livro Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf; do roteiro cinematográfico de David Hare; e do filme As Horas, dirigido por Stephen Daldry e estrelado por Nicole Kidman, Meryl Streep e Julianne Moore.
A ideia nasce na mente em forma de imagens, não de palavras. A dificuldade é traduzir em palavras — no consciente, na fala e na escrita — a imagem que desce da cabeça.
Presidente do Centro de Estudos Brasileiros Alberto Pasqualini, do Colégio Nossa Senhora do Rosário, Porto Alegre, RS. Escreveu a série de programas Rádio Turismo, na Rádio Triunfo, Porto Alegre. Diretor Cultural da União Gaúcha dos Estudantes Secundários, organizando e dirigindo os Jograis da Uges e o grupo teatral da Uges.
Representou a Prefeitura Municipal de Porto Alegre na cidade de Natal, RN, para conhecer o projeto De Pé no Chão Também se Aprende a Ler e Bibliotecas Populares de Rua, além do início do Projeto de Alfabetização Paulo Freire naquele Estado. No RS, participou da implantação do Projeto Paulo Freire de Alfabetização.
Atuou como redator do segmento internacional do Grande Jornal Falado Farroupilha, na Rádio Farroupilha (hoje Gaúcha), e como repórter do jornal Zero Hora, então recém-lançado, em substituição ao jornal Última Hora.
Organizou a exposição/feira Mundo da Criança no então Parque de Exposições do Menino Deus, onde as crianças participaram pintando, pulando e manipulando máquinas em geral — grande novidade na época. Nessa ocasião, juntamente com Antônio Carlos de Sena, produziu o primeiro filme profissional e sonoro em Super 8, divulgando o evento e sua proposta educacional.
Publicou Crônica da Paixão Inútil, romance, Editora Movimento.
Assumiu como Diretor Cultural da AJURIS (Associação dos Juízes do RS), criando o Caderno de Cultura, considerado, em suas últimas edições naqueles anos, como o segundo melhor do Brasil, e o programa DivulgaArte, propiciando aos juízes gaúchos a oportunidade de expressarem-se também pela arte, especialmente a literatura. Publicou Jogo do passa-conto, romance, Editora Italiana.
Eleito membro do Conselho de Avaliação e Seleção do Fumproarte e membro do corpo de jurados para a seleção do Prêmio Açorianos de Teatro, ambos da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Eleito Vice-Presidente da Associação Gaúcha dos Escritores. Publicou Bianca di Morano, romance, Editora Movimento. Coordenou o I Seminário Nacional do Direito Autoral, sendo um dos fundadores e membro do Fórum Nacional do Direito Autoral, com sede na ABI — Associação Brasileira de Imprensa, Rio de Janeiro, RJ.
Coordenou o II Seminário Nacional do Direito Autoral, em Porto Alegre, sendo um dos fundadores e membro do Fórum Estadual do Direito Autoral, com sede na Associação Gaúcha dos Escritores, Porto Alegre.
Participou da coletânea Porto Alegre, Curva e Prazeres, Editora WS. Publicou o ensaio sociológico Essa Coisa Chamada Justiça, o qual, em segunda edição, recebeu o título Chico Mendes — o mito, a mata, a morte. Publicou o artigo Quem Diz Sim, Pode Dizer Não, Editora Vozes. Assinou coluna diária de opinião no jornal O Informativo, de Lajeado, sob o título Paraíso Brasil.
Finalista no Prêmio Açorianos de Literatura, categoria ensaio, com o livro Essa Coisa Chamada Justiça.
Publicou A Cor Verde do Arco-íris, romance, Editora Movimento.
Participou da coletânea Nós, os Calabreses, Editora EST Edições.
Organizou e participou da coletânea Inquietude, Editora AGE.
Lecionou Criação do Texto Literário, em aulas semanais, no Studio Clio, Porto Alegre.
Organizou e participou das coletâneas Contos do Abandono, Editora Libretos, e Contos Legais, Editora Letra & Vida, Ajuris/Instituto de Letras da UFRGS.
Recebeu a Menção Particular no XXVII Premio Mondiale di Poesia, Provincia Reggio Calabria, Itália, com patrocínio da Unesco.
Organizou e participou das coletâneas Contos do Desejo, Editora AMB, e Poemas de Amor e Ódio, Editora AMB.
Eleito para a Cadeira 27 da Academia Rio-Grandense de Letras. Coorganizou, com o Prof. Dr. Ruben Daniel Castigioni, e participou de Cuentos de Ley, Editora UFRGS. Organizou a coletânea Tudo na Mais Perfeita Ordem, Editora Kelps.
Publicou Criação Literária, da Ideia ao Texto, ensaio, Editora Letra & Vida.
Lecionou a oficina Criação de Personagens, no Santander Cultural. Ministrou o curso Crônica e Conto, no Espaço Metamorfose. Finalista no Prêmio Off Flip de Literatura Infantojuvenil, com o conto Crime da Letra Morta. Eleito Vice-Presidente da Academia Rio-Grandense de Letras.
Publicou História da Academia Rio-Grandense de Letras e Parthenon Litterario, ensaio, Editora Metamorfose.
Eleito Presidente da Academia Rio-Grandense de Letras. Publicou Yossef, o Judeu Errado, romance, Editora Metamorfose; Adão, Eva e Outras Criaturas, contos, EST Edições; Paraíso Brasil, crônicas, Editora EST Edições; e O Teatro de José Carlos Rolhano Laitano, Editora EST Edições. Organizou o I Congresso Estadual das Academias de Letras do RS, em Porto Alegre.
Participou da I Feria del Libro como convidado da Intendencia de Paso de los Libres, Argentina. Eleito para o Conselho Estadual de Cultura do RS. Agraciado como primeiro Sócio Honorário da Associazione Culturale SNC Scrittori, Roma, Itália. Lançou o curso on-line Criação Literária, da Ideia ao Texto, pela plataforma Hotmart. Presidiu o II Congresso Estadual de Academias de Letras do RS, em Santa Maria, RS. Eleito para o Conselho Setorial do Livro e Literatura. Fundou a PreparaAttore, Filmes e Artes, juntamente com o diretor Guto Franco, visando à realização de cursos de preparação de atores, criação de personagens, roteiros e produções audiovisuais.
Escreveu o roteiro, junto com Guto Franco, e atuou como ator principal no curta-metragem O Tigre e o Sonho, selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Punta del Este, Uruguai. Escreveu o roteiro e atuou como ator solo no curta-metragem A Cor Verde do Arco-íris. Gravou os vídeos Cartas a Um Jovem Poeta, Missa com Dom Hélder Câmara, Verdade e Mentira na Literatura, Mrs. Dalloway e As Horas. Publicou A Árvore Maior Que Tudo, conto; A Formiga e a Cigarra Cantatriz, conto; História da Academia Rio-Grandense de Letras e Parthenon Litterario, segunda edição, Editora Alcance; e Três Minutos Para Morrer, romance.
Publicou Depois a Gente Vê, conto; O Crime da Letra Morta, conto; e História da Academia Rio-Grandense de Letras e Parthenon Litterario, edição especial de 120 anos.
Eleito Vice-Presidente de Relações Institucionais da Academia Rio-Grandense de Letras.
Publicou Três Minutos Para Morrer, romance, segunda edição, Editora Bestiário.
O bom escritor não examina a realidade, mas a existência.
José Carlos Laitano é escritor brasileiro. Em sua obra, a experiência, a memória e a imaginação se encontram numa prosa atenta aos personagens e às mudanças do tempo.
Este espaço reúne sua biografia, livros, textos, imagens e podcasts.